Justice&&Truth&&Love! (Taken with instagram)
(via nubami-deactivated20120712)
(…) Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura. — Caio Fernando Abreu. Existe sempre alguma coisa ausente, in: Pequenas Epifanias (via caiofernandoabreu)
(via caiofernandoabreu)
(via foreverdrunk)
4-16-10 (by Beverly Ealdama)
(via foreverdrunk)
“Se a vida fosse um filme americano ou uma parábola bíblica, sua transgressão teria sido punida com um flagrante ou um acidente terrível, que tornaria explícita a natureza abominável do seu ato – e a punição inevitável dos céus. Mas a vida foi melhor do que isso”.
Texto de Ivan Martins (http://migre.me/5aAwN) pra ouvir com Adele, “My Same” (http://www.youtube.com/watch?v=L5QS8-3DeBU&feature=related).
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É engraçado como as mãos se tornam ferramentas tão poderosas de comunicação num ambiente tão virtual e abstrato quanto esse. De repente, elas representam, com natural oficialidade, o que o cérebro e o coração têm a dizer. Transmitem tudo de maneira conjunta, discreta, intensa e assertiva.
Por meio de cada dedo e letra, cada pensamento é desenhado e concretizado pra sempre. Senti falta desse modo tão silencioso e, ao mesmo tempo, ensurdecedor de me expressar. DE GRITAR, de falar baixo, torto ou simplesmente não falar.
Cabeça pensante que me traz problemas. Problemas malucos que não têm soluções.
SOCORRO!
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Have you ever been in love? Horrible isn’t it? It makes you so vulnerable.
It opens your chest and it opens up your heart and it means that someone can get inside you and mess you up. You build up all these defenses, you build up a whole suit of armor, so that nothing can hurt you. Then one stupid person, no different from any other stupid person, wanders into your stupid life. You give them a piece of you, your life isn’t your own anymore. Love takes hostages. It gets inside you.
It eats you out and leaves you crying in the darkness, so a simple phrase like “maybe we should be just friends” turns into a glass splinter working its way into your heart. It hurts. Not just in the imagination. Not just in the mind. It’s a soul-hurt, a real gets-inside-you-and-rips-you-apart pain. I hate love.
— Neil Gaiman, The Kindly Ones. (via ruineshumaines)
(via dericky)
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